Sociedade das Marcas

Sobre o Estúdio

Originais desde o primeiro traço. Atemporais por escolha.

Desde 2008, cada projeto que sai do Estúdio Sociedade das Marcas começa do mesmo jeito: ouvindo antes de propor qualquer coisa.

Não com tendência. Não com referência de Pinterest. Com a história real de quem encomendou a marca, seja o fundador, a empresa ou a instituição, e com a pergunta que quase ninguém faz antes de criar uma identidade: o que isso precisa dizer daqui a vinte anos?

Dessa pergunta nasceu o método Design Arquetípico®. E é por isso que nossos trabalhos não envelhecem: porque não foram feitos para o momento. Foram feitos para durar.

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Capítulo

A escola que veio antes da metodologia

Em 2018, tive a oportunidade que poucos designers têm: aprender diretamente com o fundador de uma das maiores empresas de beleza do Brasil — o Grupo Embelleze, com faturamento superior a um bilhão de reais ao ano, e marcas que atravessaram décadas sem perder identidade.

Ali, dentro da estrutura do Embelleze Varejo e do Instituto Embelleze, eu não aprendi branding de livro. Aprendi na prática, observando como os arquétipos eram aplicados com rigor em decisões reais de marca — posicionamento, comunicação, cultura interna, expansão. Aprendi que um símbolo bem construído orienta uma empresa inteira. Que um arquétipo mal escolhido cria dissonância que nenhuma campanha resolve.

Essa experiência foi a semente do Design Arquetípico®.

Capítulo

Jung, os símbolos e o que eles sabem que nós esquecemos

Para entender por que certas marcas ressoam e outras simplesmente existem, é preciso descer mais fundo do que o briefing alcança.

Os estudos de Carl Gustav Jung sobre o inconsciente coletivo revelaram algo que designers intuitivos sempre suspeitaram: existem formas, imagens e padrões que comunicam antes da razão. Os arquétipos não são conceitos — são estruturas psíquicas universais que habitam a memória de toda cultura humana. Quando uma marca os ativa com coerência, ela não precisa convencer. Ela ressoa.

Esse entendimento mudou a forma como leio uma empresa. Antes de qualquer traço, eu ouço. Busco o padrão que já está presente — no fundador, na história, na forma como os clientes falam sobre o negócio. O Design Arquetípico® é, em essência, um método de escuta e revelação — não de invenção.

Capítulo

O Livro dos Símbolos — uma enciclopédia do inconsciente visual

Há um volume que ocupa lugar permanente na mesa do estúdio: o Dictionary of Symbols, da editora Taschen — uma enciclopédia monumental do imaginário humano, que cataloga símbolos de todas as culturas, épocas e tradições.

Esse livro não é referência ocasional. É instrumento de trabalho diário. Cada vez que inicio um projeto, volto a ele — buscando o símbolo que já existe no território daquela marca, antes que eu invente qualquer coisa. Porque a melhor identidade visual não é criada. É encontrada.

Trabalhar com símbolos é trabalhar com a camada mais antiga da comunicação humana. É construir algo que não depende de algoritmo, de tendência, de verba de mídia. Um símbolo verdadeiro atravessa o tempo porque fala a uma parte do ser humano que nunca muda.

Fechamento

Originais porque estudamos o que nunca sai de moda. Atemporais porque construímos sobre o que já estava aqui antes de nós.

18 anos de prática, uma formação de campo em uma empresa bilionária, e o estudo diário dos símbolos que habitam o inconsciente de toda cultura — esse é o lastro do estúdio.

É o que diferencia uma marca que dura de uma marca que apenas aparece.

O MUNDO TEM EXCESSO DE MARCA E FALTA DE IDENTIDADE. VENHA CONSTRUIR A SUA DO JEITO CERTO.

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