O mercado de comunidades profissionais tem um problema de nível.
A maioria das comunidades de branding e design foi construída para o maior número possível de membros — o que significa que o conteúdo e as discussões precisam funcionar para o iniciante, para o intermediário e para o avançado simultaneamente. O resultado é uma conversa que acontece sempre no denominador comum mais baixo — porque é o único nível que inclui todos.
A Sociedade das Marcas foi construída com uma premissa diferente. Não foi feita para incluir o máximo de pessoas. Foi feita para reunir as pessoas certas — aquelas que já passaram da introdução, que já têm uma prática real em branding e que querem crescer em um ambiente onde a conversa começa onde a maioria das comunidades termina.
Isso significa que o conteúdo pressupõe familiaridade com o método. Que as discussões não precisam explicar o que é um arquétipo antes de discutir como aplicá-lo em um projeto específico. Que os masterminds chegam direto ao nível de profundidade que projetos reais exigem.
Esse nível de conversa não é acessível em nenhum outro espaço — porque foi construído especificamente para profissionais que já fizeram o trabalho de base e que querem continuar indo mais fundo.